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Equipa de AutoAvaliação AECP

Equipa de trabalho do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva para desenvolver um processo de Autoavaliação do Agrupamento, tendo como fim último a melhoria da atuação e dos quotidianos da nossa comunidade.

Equipa de AutoAvaliação AECP

Equipa de trabalho do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva para desenvolver um processo de Autoavaliação do Agrupamento, tendo como fim último a melhoria da atuação e dos quotidianos da nossa comunidade.

Boas festas

Eaa_AECP, 29.12.10

O Natal já lá vai, mas ficam as boas lembranças, a árvore e o presépio que ainda resistem, as prendas, os laços e os papéis de embrulho que dão para reutilizar, os doces que sobram, os quilinhos a mais... 

 

A EAA espera que todos os seus colaboradores e visitantes deste blog tenham vivido um santo e feliz Natal!

 

 

Agora é o momento de desejar a todos um próspero 2011, com muita saúde, trabalho e dinheiro, amor e felicidade! É altura de fazer balanços do ano que passou, de refletir e de se auto-avaliar, de valorizar os pontos fortes e procurar minimizar os menos bons!

 

Que a EAA cumpra todos os seus objectivos com sucesso,

em prol da qualidade do ensino para os paivenses!

 

 

F E L I Z      2 0 1 1

 

 

Bibliografia de Referência

Eaa_AECP, 28.12.10

ALAIZ, Vítor; GÓIS, Eunice; GONÇALVES, Conceição (2003). Auto-avaliação de escolas – Pensar e Praticar. Edições ASA.

 

ALAIZ, Vítor (2007). “Auto-avaliação das escolas? Há um modelo recomendável?” In Correio da Educação n.º 301 CRIAP-ASA

 

ALVES, Maria. & CORREIA, Serafim. (2008). “O PAR – um projecto de avaliação em rede”. In A Página da Educação.

 

ALVES, Maria (2004). Currículo e Avaliação – Uma perspectiva integrada. Porto Editora.

 

AZEVEDO, Joaquim (Org.) (2002). Avaliação das escolas – Consensos e divergências. Edições ASA.

 

AZEVEDO, et al (2006). Relatório final da actividade do Grupo de Trabalho para Avaliação das Escolas. Lisboa: Ministério da Educação

 

BOLÍVAR, António (2003). Como melhorar as escolas – Estratégias e dinâmicas de melhoria das práticas educativas. Edições ASA

 

ESTEVÃO, Carlos & MACHADO, Joaquim (2001). “Escola, Autonomia e Avaliação Interna”. InJoaquim Machado (coord.) Formação e Avaliação Institucional. Braga: Lusografe.

 

FIGARI, Gérard (1993). “Para uma referencialização das práticas de avaliação dos estabelecimentos de ensino” In Avaliações em educação: novas perspectivas. Porto Editora.

 

FORMOSINHO, João (2001). “Escola e Avaliação”. In Joaquim Machado (coord.) Formação e Avaliação Institucional. Braga: Lusografe.

 

GUERRA; Miguel Santos (2001). A escola que aprende. Porto Edições ASA.

 

GUERRA, Miguel Santos 2002). “Como Num Espelho – Avaliação Qualitativa das Escolas”. In Joaquim Azevedo (Org.) Avaliação Das Escolas – Consensos e Divergências. Porto: ASA

 

GUERRA, Miguel Santos (2003). Tornar visível o quotidiano – Teoria e prática de avaliação qualitativa das escolas. Edições ASA.

 

MACHADO, Joaquim (2001). Escola e Avaliação Interna”. In Joaquim Machado (coord.) Formação e Avaliação Institucional. Braga: Lusografe.

 

MARQUES, António & SILVA, Jorge (2008). Parecer sobre “Avaliação Externa das Escolas”. Lisboa: CNE.

Projecto Educativo 2010 - Áreas de Intervenção

Eaa_AECP, 28.12.10

Processo de ensino/aprendizagem

i)      Melhorar as competências básicas dos alunos em Língua Portuguesa, Matemática Ciências Experimentais e Línguas Estrangeiras;

ii)     Aumentar os níveis de participação e frequência, diminuindo os níveis de abstenção e abandono escolares;

iii)    Priorizar a melhoria dos resultados de aprendizagem nos vários ciclos, com a

correspondente redução de repetência;

iv)   Melhorar a articulação curricular, horizontal e vertical nos diferentes níveis de ensino.

 

Funcionamento do Agrupamento

i)      estimular o envolvimento dos docentes;

ii)     optimizar a utilização dos recursos existentes nas escolas.

 

 Relação Agrupamento/ Comunidade

i)      Fomentar o envolvimento das famílias e das comunidades;

ii)     Divulgar a oferta de cursos educação-formação, cursos secundários e cursos profissionais pela comunidade educativa.

 

 Formação dos membros da Comunidade Educativa

i)      Organizar acções de formação para o pessoal docente e não docente que respondam às necessidades prioritárias do Agrupamento.

 

Modo contínuo e sistemático, a valorização das seguintes dimensões,

  • Educação para a Cidadania
  • Educação para a promoção dos Direitos Humanos e das Crianças
  • Educação para a protecção do ambiente
  • Promoção das Ciências Experimentais e Tecnologia
  • Educação para a Saúde e Sexualidade
  • Promoção do gosto pela leitura e pelo prazer de aprender línguas
  • Educação pelas Artes
  • Promoção da Alimentação saudável e do exercício físico
  • Promoção do gosto pelo cálculo.
  • Promoção das Tecnologias de Informação e Comunicação

Projecto Educativo - Áreas Problemáticas

Eaa_AECP, 28.12.10

Pontos fortes:

  • A percentagem elevada de sucesso escolar no 1º e 2º ciclo de escolaridade;
  • O forte empenho do pessoal docente e pessoal não docente na superação de problemas e constrangimentos;
  • As boas relações interpessoais, professor/aluno/professor fomentadoras de uma acção educativa favorável;
  • A imagem positiva da escola quanto à segurança, desempenho dos serviços e o clima organizacional.

 

Aspectos a melhorar:

  • A percentagem elevada de insucesso escolar, em especial no 3º ciclo de escolaridade;
  •  A escassa participação dos docentes nos órgãos de gestão intermédia e o pouco contributo para a tomada de decisão;
  • Situações de algum abandono mais constantes nos cursos de educação formação e cursos profissionais;
  • Insuficientes condições de trabalho, falta de gabinetes de trabalho para alunos e professores e de salas de apoio para os alunos, que condicionam a preparação de aulas e a formação contínua; falta de salas para a realização da acção educativa e escassez de equipamento informático e respectiva manutenção;
  • Insuficiente número de professores de apoio educativo;
  • Insuficiente número de assistentes operacionais.

 

Potencialidades:

  • A boa imagem que os docentes têm dos alunos;
  • O elevado número de alunos que pretende prosseguir estudos de nível superior;
  •  A boa percepção que os alunos têm de si mesmos;
  • A boa imagem que os alunos têm da escola;
  • A forte expectativa dos pais/encarregados de educação quanto ao prosseguimento de estudos de nível superior pelos seus educandos.
  • A percepção dos alunos quanto à intervenção do Agrupamento ao nível das metas do projecto educativo que deverá realçar:

(i)       a preparação para o prosseguimento de estudos,

(ii)       a promoção da qualidade das aprendizagens,

(iii)      a cidadania e valores cívicos e

(iv)      a prevenção e diminuição do abandono escolar.

  • A opinião dos pais e encarregados de educação que referem, como primeira prioridade do Agrupamento a preparação para o prosseguimento dos estudos, logo seguida de uma boa Formação Profissional e promoção da Qualidade das Aprendizagens.

 

Constrangimentos:

  • Alguma insatisfação dos alunos do ensino secundário relativamente aos horários;
  • O elevado número de docentes contratados e que leccionam há pouco tempo no Agrupamento;
  • Os baixos níveis de escolaridade dos pais/encarregados de educação contribuem para a falta de cooperação na realização dos trabalhos e acompanhamento das actividades escolares dos educandos.
  • Relações interpessoais marcadas por algum alheamento dos princípios da cidadania.

 

Áreas problemáticas

  • Percentagem significativa de insucesso escolar, nomeadamente nas disciplinas de Matemática, Línguas Estrangeiras e Português do 3º ciclo
  • Persistência de algum abandono escolar
  • Níveis de proficiência pouco satisfatórios:

           - na comunicação oral e escrita a Língua Portuguesa

           - na disciplina de Matemática

           - no uso das Línguas Estrangeiras

           - Ciência Físico-química A

           - Biologia e Geologia

  • Fragilidades na articulação curricular entre os diferentes ciclos;
  • Níveis de comportamento nem sempre satisfatórios, designadamente em algumas turmas dos 2º e 3º ciclos de escolaridade, que, concomitantemente, apresentam resultados escolares, igualmente, pouco satisfatórios.

Projecto Educativo 2010 - Avaliação

Eaa_AECP, 28.12.10

Avaliação Quantitativa (Tratamento da análise de dados estatísticos):

  • Taxas de transição por ano de escolaridade.
  •  Níveis de transição por ciclo.
  •  Taxas de abandono.
  •  Níveis de assiduidade.
  •  Taxas de frequência da BE/CRE.
  •  Número de processos disciplinares.
  •  Nível de participação dos Pais/EE na vida escolar.
  •  Níveis de participação em projectos/actividades.
  •  Número de acções de formação
  •  Análise de actas do Conselho Pedagógico, dos conselhos de turma, dos conselhos de ano, dos departamentos ou de secção e de outros órgãos de administração e gestão.

 

Avaliação Qualitativa

(análise e reflexão da eficácia das estratégias adoptadas):

  •  Relatórios de estruturas intermédias.
  •  Relatórios da concretização das actividades do Plano Anual de Actividades.
  •  Pautas e actas.
  •  Registos de assiduidade/abandono escolar.
  •  Participações de carácter disciplinar
  •  Inquéritos/questionários/entrevistas

Projecto Educativo 2010 - Metas Educativas

Eaa_AECP, 28.12.10

Processo de ensino/aprendizagem

1- Aumentar em 10% ao ano, no triénio 2010/2013, o sucesso escolar dos alunos de modo a ajustar as metas do Agrupamento às metas nacionais.

1.1 Nos anos em que o sucesso é superior às metas nacionais o agrupamento deve assegurar a estabilidade de resultados ou a sua melhoria apontando aumentar em 5% o sucesso escolar final.

2- Aumentar, progressivamente, as taxas de frequência de educação pré-escolar.

3- Diminuir ou eliminar as taxas de saída precoce do sistema de ensino.

4- Assegurar a permanência no sistema de todos os jovens até aos 18 anos, garantindo o cumprimento da escolaridade obrigatória de 12 anos.

5- Aumentar os níveis de proficiência ao nível da Língua Portuguesa, Matemática e Línguas Estrangeiras.

6- Incrementar de forma significativa a literacia, nas suas diversas dimensões.

7- Aumentar a taxa de conclusão do Ensino Secundário.

8- Fomentar a articulação curricular, horizontal e vertical, entre os diferentes ciclos.

9- Alargar a oferta educativa e formativa no âmbito dos cursos profissionais de modo a aumentar as taxas de escolarização ao nível secundário.

10- Desenvolver nos alunos atitudes de auto-estima, respeito mútuo e regras de convivência que contribuam para a sua educação como cidadãos tolerantes, autónomos, organizados e civicamente responsáveis.

 

Funcionamento do Agrupamento

1- Criar uma unidade funcional ajustada às diversas escolas do Agrupamento.

2- Criar um Projecto de Autoavaliação do Agrupamento referente às áreas e metas do Projecto Educativo.

3- Rentabilizar a utilização dos recursos existentes nas escolas.

 

Relação Agrupamento/Comunidade

1- Implicar as parcerias na resolução de problemas.

2- Alargar os níveis de participação dos pais/encarregados de educação em 5%.

 

Formação dos membros da Comunidade Educativa

1- Organizar, em articulação com o Centro de Formação de Terras de Santa Maria, acções de formação para o pessoal docente e não docente.

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