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Equipa de AutoAvaliação AECP

Equipa de trabalho do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva para desenvolver um processo de Autoavaliação do Agrupamento, tendo como fim último a melhoria da atuação e dos quotidianos da nossa comunidade.

Equipa de AutoAvaliação AECP

Equipa de trabalho do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva para desenvolver um processo de Autoavaliação do Agrupamento, tendo como fim último a melhoria da atuação e dos quotidianos da nossa comunidade.

Apresentação do Relatório de Atividades 2010/2011

Eaa_AECP, 19.03.12

Na passada quinta-feira, 15 de Março, foi apresentado ao Conselho Geral o Relatório de Atividades da Equipa de Autoavaliação referente ao ano letivo 2010/2011.

A equipa de autoavaliação, representada pelo coordenador, Paulo Oliveira e pelo professor António Morais, mostrou-se recetiva às considerações tecidas pelos elementos daquele conselho.

Plano de Melhoria

Eaa_AECP, 04.12.11

De acordo com o Regulamento Interno do Agrupamento, para o ano letivo 2011/2012 a Equipa de Autoavaliação do agrupamento sofreu uma reestruturação, sendo atualmente constituída por:

Paulo Oliveira – Coordenador – 2º Ciclo, Educação Visual e Tecnológica

Rosário Sales – representante da Direção – Pré-escolar

Agostinho Vieira – 2º Ciclo, Educação Musical

António Morais – 3º Ciclo/Secundário, Biologia e Geologia

Inês Couto – 2º Ciclo, Matemática e Ciências

Sérgio Teixeira – 3º Ciclo/Secundário, Informática

Cidália Costa – Pré-escolar

A equipa agradece a todos os anteriores colaboradores pelo empenho e disponibilidade demonstrados ao longo do ano letivo transato.

Como resultado do trabalho já desenvolvido, e segundo o objetivo a que a anterior equipa se propôs, foi elaborado em julho de 2011, um Plano de Melhoria para o ano letivo 2011/2012, o qual servirá de base de trabalho para as atividades a desenvolver pela nova equipa durante o presente ano letivo.

Estão já constituídas equipas de trabalho (outras ainda em formação), as quais terão como objetivo levar a cabo os Planos de Ação constantes do Plano de Melhoria. Para que este trabalho possa ser desenvolvido com eficiência, eficácia, rigor e credibilidade, é indispensável o envolvimento de toda a Comunidade Educativa.

A evolução de todo este processo estava dependente da aprovação em Conselho Pedagógico do Plano de Melhoria, facto que sucedeu a 30 de novembro último.

Será disponibilizado em breve na plataforma Moodle o Plano de Melhoria e os respetivos Planos de Ação, para que possam ser consultados por toda a Comunidade Educativa.

eaa.avecp@gmail.com

 

A Equipa de Autoavaliação 

Círculo de Estudos - 1ª sessão

Eaa_AECP, 06.05.11

      No âmbito do primeiro tema abordado no Círculo de Estudo - Conceitos, tipologias e finalidades da avaliação e da auto-avaliação, deixamos dois textos fornecidos pelo nosso formardor, Doutor João Veiga, para reflexão...

 

 

 

PARA QUÊ FAZER A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL?

 

 

A única forma que têm as instituições [educativas] de melhorar o que fazem é submeterem-se a uma rigorosa análise da sua estrutura e do seu funcionamento.

Se justificarmos tudo a partir da óptica da boa intenção (faz-se o que se pode), da rotina (sempre se fez assim) ou da má actuação alheia (a culpa é dos outros), a instituição continuará agarrada aos seus erros.

Como mudar se não nos questionamos?

Como melhorar se não pomos em causa as nossas práticas?

Como vamos transformar a realidade se não escutamos as opiniões dos destinatários das nossas actividades, se não comprovamos o que acontece com a sua aprendizagem?

Parece que o importante é que nós ensinemos [os alunos], não que eles aprendam.

As instituições precisam de analisar as suas práticas, rever a sua estrutura e avaliar o seu funcionamento. Há coisas que podem estar mal. Mas não se pode atribuir todo o insucesso a causas alheias à instituição. Haverá noutros actores uma parte da responsabilidade, mas uma boa parte dela será da instituição.

A primeira exigência para se poderem corrigir as deficiências é conhecê-las, analisá-las e compreendê-las.

A segunda é não nos conformarmos com elas.

E a terceira é tratar de corrigi-las com rapidez e rigor.

 

Excerto do artigo de M.A. Santos-Guerra, Balones fuera, publicado no El Opinión de Málaga, em 19/06/2010 (tradução livre)

 

 

 

 

10 Teses para sustentar a auto-avaliação das escolas

 

1. Os professores desempenham um papel central na construção da autonomia e dos procedimentos de avaliação da escola.


2. A auto-avaliação requer a capacitação dos intervenientes (desejavelmente desenvolvida através de dispositivos de formação na acção).

 

3. A produção de sentido da auto-avaliação requer a sua internalização, isto é, implica a adequação aos contextos, à realidade e às pessoas. Caso contrário, pode ser entendida como uma “inspecção” dentro da escola.

 

4. A internalização não se deve concentrar na equipa de auto-avaliação, pois requer o envolvimento, a participação e o compromisso de todos os actores comunitários.

 

5. O processo de auto-avaliação é uma produção colectiva de sentido e, por isso é, em geral, lento, metódico e consistente.

 

6. A auto-avaliação obriga a possuir um quadro conceptual de referência que explicite princípios, fins e critérios, métodos e técnicas, e oriente a acção.

 

7. Fazer uma auto-avaliação com sentido é circunscrever o objecto, diversificar métodos e técnicas e implicar os actores.


8. Auto-avaliar com sentido é não perder de vista as finalidades, saber que o essencial não é medir, mas compreender e agir para melhorar.

 

9. Auto-avaliar com sentido é evitar uma série de armadilhas: a do objectivismo, a do autoritarismo, a do tecnicismo e a da embriaguez interpretativa.

 

10. A auto-avaliação pode contribuir para a autonomização responsável, para o reacender do querer individual e colectivo, para a capacitação das pessoas e das organizações.

 

A concluir:

A auto-avaliação pode ser um mero ritual de legitimação do instituído se não cuidar da distância crítica, se não gerar a participação alargada, se não pluralizar os métodos.

 

Texto fornecido pelo Doutor João Veiga, formador deste CE e docente da UCP

Círculo de Estudos

Eaa_AECP, 03.05.11

     Os docentes da EAA e outros convidados, iniciaram esta semana um Círculo de Estudos, orientado pelo doutor João Veiga, docente da Universidade Católica do Porto, no âmbito da auto-avaliação.

      Esta formação, creditada pelo Centro de Formação das Terras de Santa Maria, irá desenvolver-se ao longo de oito sessões, incidindo sobre os seguintes temas:

  

1 – Conceitos, tipologias e finalidades da avaliação e da auto-avaliação

2 – Mobilização e participação da comunidade educativa no processo de auto-avaliação

3 – Procedimentos e instrumentos mais usados na auto-avaliação

4 – Métodos e técnicas de dinâmica de grupos

5 – Preparação, organização e coordenação de focus group (grupos de discussão)

6 – Construção de planos de melhoria a partir da auto-avaliação

7 – A auto-avaliação e o Projecto Educativo de Escola

8 – Meta-avaliação do processo de auto-avaliação