Somos uma equipa de trabalho do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva formada para desenvolver um processo de Autoavaliação do Agrupamento, tendo como fim último a melhoria da atuação e dos quotidianos da nossa comunidade educativa.

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Domingo, 5 de Dezembro de 2010

Plano Global de Acção

ÍNDICE

 

1. Introdução

    1.1. Enquadramento Normativo

    1.2. Finalidades da Auto-Avaliação

 

2. Equipa da Auto-Avaliação

 

3. Objectivos Gerais da Auto-Avaliação

 

4. Princípios Orientadores da Auto-Avaliação

 

5. Concepção da Avaliação

    5.1. Modelo conceptual adoptado

 

6. Domínios a Avaliar

 

7. Plano de Acção Global da Auto-Avaliação

    7.1. Iniciar o Processo - Parte 1

    7.1. Iniciar o Processo - Parte 2

    7.2. Traçar um Plano de Acção

    7.3. Recolha, tratamento e análise dos dados obtidos

    7.4. Interpretar e divulgar os resultados da avaliação

    7.5. Análise SWOT (Strenghts-Weaknesses/Opportunities-Threats)

    7.6. Discussão e elaboração de um relatório preliminar

    7.7. Definição/aplicação de planos de melhoria

 

8. Cronograma

 

9. Bibliografia Relacionada 

 

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

1.1. Enquadramento Normativo

 

 

 

Nos últimos anos, mas com maior relevância durante a última década, temos vindo a assistir à aceitação gradual da auto-avaliação nas escolas por parte dos intervenientes educativos.

 

 

 Embora sem dar significativo destaque, o Decreto-Lei 43/89 (artigo 26º) já fazia referência à “avaliação do sistema” e à “avaliação sistemática da qualidade pedagógica e dos resultados educativos”. É, no entanto, com a introdução do Regime de autonomia, Administração e Gestão das Escolas (Decreto-Lei 115-A/98 e legislação subsequente), que se dá alguma importância à avaliação interna enquanto instrumento do desenvolvimento organizacional da escola.

  

 

 Mais recentemente a Lei nº 31/2002, designada por “Lei do Sistema de Avaliação da Educação e do Ensino não Superior” vem defender um sistema duplo de avaliação, que inclui a “avaliação externa” e a “auto-avaliação”, sublinhando que esta última será obrigatória.

Orientada por um Consultor Externo da Universidade Católica do Porto, a Avaliação Interna do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva processa-se através dos trabalhos desenvolvidos por uma Equipa de Auto-Avaliação.

  

 

 

 

1.2. Finalidades da Auto-Avaliação

 

 

 O processo de auto-avaliação do Agrupamento vai permitir à comunidade educativa obter um conhecimento e um olhar mais claro acerca de si própria, da sua organização e das suas práticas, tendo como fim último, a melhoria da actuação e dos quotidianos de todos os elementos da comunidade escolar e comunidade envolvente.

 

A Auto-Avaliação do Agrupamento visa aumentar o conhecimento sobre os processos e é, acima de tudo, uma oportunidade de reflexão sobre o seu funcionamento visando essencialmente, o aperfeiçoamento ou modificação das práticas educativas, devendo ser entendido como uma ajuda e não como uma ameaça.

  

Desta forma, a Auto-Avaliação do Agrupamento não constitui um fim em si mas sim uma estratégia para a valorização e ampliação das boas práticas existentes e a transformação positiva das suas fragilidades, aumentando, deste modo, a sua eficácia e eficiência organizacional e individual.

  

No que respeita às diferentes fases de desenvolvimento do processo de Auto-Avaliação, em sucessivos períodos com duração equivalente a três anos lectivos (neste momento, 2010/2013), estas se irão estruturar desde o planeamento à análise e divulgação dos resultados, passando pela sua recolha, interpretação e reflexão. Seguindo-se uma nova fase, a de elaboração e colocação em marcha de planos de melhoria efectiva do Agrupamento.

 

 

 

 

 

2. EQUIPA DE AUTO-AVALIAÇÃO

 

 Embora criada uma Equipa de Auto-Avaliação (EAA), importa, no entanto, salientar que a participação e implicação de todos os intervenientes do contexto educativo é fundamental para a persecução do processo de Auto-Avaliação que, agora iniciado, será daqui para diante, uma prática contínua integrada nas actividades do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva.

 

   

Com mandatos de um ano lectivo (com possibilidade de renovação), a Equipa de Auto-Avaliação (EAA) integrará os seguintes representantes da comunidade educativa:

 

  

a) Um Coordenador nomeado pelo Director;

  

 b) Dois membros da Direcção;

  

c) Docentes do Agrupamento, a saber: um docente do pré-escolar, um docente do 1º Ciclo, um docente do 2º Ciclo, um docente do 3º Ciclo e um do Ensino Secundário;

  

d) Um representante dos pais e Encarregados de Educação indicado pela Associação de Pais;

 

 e) Um representante dos alunos eleito pelos alunos do 11º ano;

  

f) Um representante dos auxiliares de acção educativa, eleito pelos funcionários não docentes do Agrupamento;

  

f) Um representante da autarquia local convidado pela Direcção do Agrupamento.

 

 

Sempre que necessário, à equipa se poderão juntar colaboradores que, dentro da sua área específica, poderão ser uma mais valia para o processo (tanto em execução como auscultação).

 

  NOTA: Ver documento com a constituição da Equipa de Auto-Avaliação

  

 

 

 

3. OBJECTIVOS GERAIS DA AUTO-AVALIAÇÃO

  

 Com a implementação da Auto-Avaliação no Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva pretende-se alcançar os seguintes objectivos:

 

 1. Promover a cultura de melhoria da qualidade do Agrupamento, da sua organização e dos seus níveis de eficiência e eficácia;

 

 2. Aumentar o conhecimento sobre os processos que se desenvolvem no contexto escolar, ampliando a compreensão sobre a realidade escolar do Agrupamento;

 

 3. Dotar a administração educativa de uma bateria de dados indicadores Institucionais sobre o funcionamento do Agrupamento, interpretando e contextualizando os resultados da avaliação.

  

4. Valorizar e ampliar as boas práticas educativas individuais e colectivas existentes no Agrupamento, criando estratégias para o aproveitamento das potencialidades identificadas.

  

5. Conhecer, para transformar positivamente as fragilidades do Agrupamento em oportunidades.

  

6. Sensibilizar os vários membros da comunidade educativa, em especial dos docentes, dos alunos, dos pais e encarregados de educação, autarquia local e dos funcionários não docentes da escola, para a participação activa no processo educativo, valorizando, assim, o seu papel neste processo.

 

 

 

 

 

4. PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA AUTO-AVALIAÇÃO

 

 Em síntese, os princípios que irão orientar o nosso processo de Auto-Avaliação, enquanto Agrupamento, serão:

  

 - o Compromisso;

  

 - o Rigor;

  

 - a Simplicidade;

  

 - a Eficiência;

 

 - a Eficácia;

  

 - e a Melhoria.

 

 

 

5. CONCEPÇÃO DA AVALIAÇÃO

 

A prossecução dos objectivos referidos no ponto 3 desenvolve-se com base numa concepção de avaliação que vise a identificação de boas práticas educativas ao nível da organização, procedimentos e pedagogias, bem como, a criação de termos de referência para um maior grau de exigência, que se constituam em modelos de reconhecimento, valorização, incentivo e dinamização educativa.

  

O processo de auto-avaliação deve permitir aferir os graus de desempenho da escola em termos comparados.

 

 

  

5.1. Modelo conceptual adoptado

  

 Sendo a Escola uma organização específica distinta das demais organizações, um modelo de avaliação estruturado, com referenciais bem definidos, muito formatado e que assuma implicitamente uma completa racionalidade das organizações (ex: ISO 9000, Balanced Scorecard, e CAF), “(…) não parece integrar suficientemente a importância do contexto organizacional, que no caso das escolas nos parece determinar significativamente os resultados” (Alaíz, 2007).

 Assim, o modelo de Auto-Avaliação adoptado (que assenta na especificidade da escola), não se ficará apenas pelas “vantagens” que resultam da aplicação de inquéritos fechados de opinião (resultados objectivos, menos sujeitos ao arbítrio), mas terá uma vertente mais aberta - Modelos Abertos (Alaíz, 2007), devendo ser construído a partir da dinâmica dos docentes e dos restantes membros da comunidade educativa. Os instrumentos e procedimentos de recolha de dados (inquéritos de resposta aberta e grupos de discussão) pressupõem a participação (inter) activa dos membros da comunidade educativa, suscitando a explicitação das diferentes concepções de Escola.

 

 

 

 

6. DOMÍNIOS A AVALIAR

  

A autoavaliação desenvolve-se como uma prática contínua e progressiva e assenta nos termos da análise dos seguintes domínios:

  

a) O grau de concretização do projecto educativo;

 

 b) O modo como se prepara e concretiza a educação, o ensino e as aprendizagens dos alunos, tendo em conta as suas características específicas;

  

c) O nível de execução de actividades proporcionadoras de climas e ambientes educativos capazes de gerar as condições afectivas e emocionais de vivência escolar propícia à interacção, à integração social, às aprendizagens e ao desenvolvimento integral da personalidade dos alunos;

 

 d) O desempenho dos órgãos de administração e gestão da escola, abrangendo o funcionamento das estruturas escolares de gestão e de orientação educativa, o funcionamento administrativo, a gestão de recursos e a visão inerente à acção educativa, enquanto projecto e plano de actuação;

  

e) O sucesso escolar, avaliado através da capacidade de promoção da frequência escolar e dos resultados do desenvolvimento das aprendizagens escolares dos alunos, em particular dos resultados identificados através dos regimes em vigor de avaliação das aprendizagens;

  

f) A prática de uma cultura de colaboração entre os membros da comunidade educativa.

 

 

 

 

 

7. PLANO DE ACÇÃO GLOBAL DA AUTO-AVALIAÇÃO

 

Tendo como documento base de referência o Projecto Educativo para o triénio 2010/2013, o processo de Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva deverá, também contemplar uma estratégia para três anos ou ciclos de avaliação.

 

  Tal como é referido nesse documento orientador, “(…) estando a decorrer no Agrupamento o processo de auto-avaliação sugere-se que no final do 1º ciclo de avaliação se proceda ao reajustamento da informação constante no presente projecto” (Projecto Educativo AVECP,2010) neste primeiro momento, a preocupação da EAA será desenvolver um conjunto de actividades que, por um lado implementem o processo de auto-avaliação no Agrupamento e, por outro lado, que monitorizem e aprofundem o trabalho já iniciado a quando da construção do Projecto Educativo para o triénio 2010/2013.

 

   

Assim, e para o primeiro ciclo de avaliação definiu-se o seguinte plano de acção:

 

 

  

7.1. Iniciar o Processo - Parte 1

   

● Leitura de documentos de apoio e informação relevante para o processo;

  

● Constituição da EAA;

 

 ● Escolha de um amigo crítico (Consultor Externo);

  

● Elaboração do princípios que fundamentam a AA (Carta de Princípios); (Porquê avaliar?)

  

● Analisar formas de integrar e consagrar nos documentos orientadores do agrupamento a Auto-Avaliação, nomeadamente, projecto educativo, Regulamento Interno e Plano Anual de Actividades;

  

● Publicitar o processo de Auto-Avaliação à comunidade educativa (sítio do Agrupamento na internet e Blogue dedicado à Auto-Avaliação);

 

 

7.1. Iniciar o Processo - Parte 2

 

● Definição da estratégia a usar para o levantamento da situação actual do Agrupamento;

 

 ● Levantamento de dados já coligados e tratados na base de dados BESP;

 

● Início da construção, em suporte digital, de uma Bateria de Dados Indicadores Institucionais (BDI);

 

● Levantamento para determinar as áreas prioritárias de intervenção – PAVE; (Avaliar o quê?)

  

● Definir as áreas de incidência da avaliação;

  

● Definir os indicadores a usar no estudo;

  

  

 

7.2 . Traçar um Plano de Acção

  

 ● Escolher o método conceptual e técnicas a utilizar;

 

● Calendarizar as acções;

 

 ● Produzir materiais e instrumentos para operacionalizar a Auto-Avaliação, tais como, inquéritos, entrevistas, grupos de discussão, etc; (Avaliar com o quê?)

  

● Realizar testes de aplicação dos instrumentos (rigor cientifico) elaborados;

  

● Aplicação dos instrumentos, provavelmente em momentos faseados;

  

 

 

7.3. Recolha, tratamento e Análise dos dados obtidos

 

Tratamento em suporte digital dos dados recolhidos, tendo sempre em conta dois aspectos de maior relevância:

 

 ● Respeito pelos respondentes (Rigor ético);

 

 ● Triangulação dos dados recolhidos (Rigor científico);

 

 

  

7.4. Interpretar e divulgar os resultados da avaliação

 

Através do sitio da Internet e do Blogue, disponibilizar os resultados a toda a comunidade escolar, em particular ao Conselho Pedagógico e Conselho Geral, de forma a, por um lado, obter sugestões colectivas para introdução de ajustes necessários e por outro, obter validação e credibilização da sua eficácia de forma sustentada.

 

 

 

7.5. Análise SWOT (Strenghs-Weakness/ Opportunities-Threats)

 

 Análise SWOT - Forças-Fraquezas (S-W) / Oportunidades-Ameaças (O-T)

 Descrição: 

 Este tipo de análise fornece um enquadramento para análise de estratégias, opções e orientações de acção.

 Cada item é pontuado e descrito. Os resultados são expressos em dois valores que constituem uma relação dupla entre as Forças e as Fraquezas e a relação entre as Oportunidades e as Ameaças. Essas relações são representadas em dois vectores (SW e OT).

 A ferramenta situa a instituição num Mapa de Posicionamento SWOT, e o quadrante em que a instituição se enquadrar, identifica a situação

 Utilização:

 Será realizada entre Novembro 2010 a Abril de 2011 pela Equipa de Auto-Avaliação e cujos resultados serão incluídos no Relatório Preliminar.

 Notas:

 1) Este é apenas um entre vários instrumentos usados pela equipa de auto-avaliação.

 2) Os parâmetros de ponderação dos vectores SWOT devem estar de acordo com os parâmetros dos restantes instrumentos usados no processo de auto-avaliação.

 

  

  

7.6. Discussão e elaboração de um relatório preliminar

 

A Equipa de Auto-Avaliação ao terminar a recolha e análise estatística do levantamento da situação do Agrupamento, elabora e divulga um Relatório Preliminar de Auto-Avaliação que, contendo as recomendações e calendarização dos planos de melhoria, constituirá, em conformidade com as prioridades definidas pela Direcção do Agrupamento, um documento de referência à organização e funcionamento futuro do Agrupamento.

 

 

 

7.7. Definição/aplicação de planos de melhoria

 

 A equipa que realiza o processo de auto-avaliação, em virtude do trabalho desenvolvido para o diagnóstico do Agrupamento, detém o conhecimento e a motivação necessária para realizar o plano de melhorias. Não obstante ser uma tarefa atribuída a uma equipa, na elaboração do plano de melhorias importa que haja um papel activo da Direcção do Agrupamento, bem como, e desejavelmente, uma consulta aos membros constituintes quer do Conselho Pedagógico quer do Conselho Geral.

 

A equipa extrai do relatório preliminar da auto-avaliação os tópicos/sugestões de melhoria e formula acções de melhoria abrangentes e relevantes (contribui para objectivos definidos para o Agrupamento no projecto Educativo);

 

A equipa planeia as acções de melhoria seleccionadas que devem incluir as responsabilidades para cada acção, o calendário e os recursos necessários.

 

 

 

 

 

8. CRONOGRAMA

 

Foi definido para o ano lectivo 2010/2011, e de acordo com o Plano Global de Acção, o seguinte calendário de actividades a desenvolver pela Equipa de Auto-Avaliação:

 

 

 

 

 

9. BIBLIOGRAFIA RELACIONADA

 

 

ALAIZ, Vítor; GÓIS, Eunice; GONÇALVES, Conceição (2003). Auto-avaliação de escolas – Pensar e Praticar. Edições ASA.

 

ALAIZ, Vítor (2007). “Auto-avaliação das escolas? Há um modelo recomendável?” In Correio da Educação n.º 301 CRIAP-ASA

 

ALVES, Maria. & CORREIA, Serafim. (2008). “O PAR – um projecto de avaliação em rede”. In A Página da Educação.

 

ALVES, Maria (2004). Currículo e Avaliação – Uma perspectiva integrada. Porto Editora.

 

AZEVEDO, Joaquim (Org.) (2002). Avaliação das escolas – Consensos e divergências. Edições ASA.

 

AZEVEDO, et al (2006). Relatório final da actividade do Grupo de Trabalho para Avaliação das Escolas. Lisboa: Ministério da Educação

 

BOLÍVAR, António (2003). Como melhorar as escolas – Estratégias e dinâmicas de melhoria das práticas educativas. Edições ASA

 

ESTEVÃO, Carlos & MACHADO, Joaquim (2001). “Escola, Autonomia e Avaliação Interna”. InJoaquim Machado (coord.) Formação e Avaliação Institucional. Braga: Lusografe.

 

FIGARI, Gérard (1993). “Para uma referencialização das práticas de avaliação dos estabelecimentos de ensino” In Avaliações em educação: novas perspectivas. Porto Editora.

 

FORMOSINHO, João (2001). “Escola e Avaliação”. In Joaquim Machado (coord.) Formação e Avaliação Institucional. Braga: Lusografe.

 

GUERRA; Miguel Santos (2001). A escola que aprende. Porto Edições ASA.

 

GUERRA, Miguel Santos 2002). “Como Num Espelho – Avaliação Qualitativa das Escolas”. In Joaquim Azevedo (Org.) Avaliação Das Escolas – Consensos e Divergências. Porto: ASA

 

GUERRA, Miguel Santos (2003). Tornar visível o quotidiano – Teoria e prática de avaliação qualitativa das escolas. Edições ASA.

 

MACHADO, Joaquim (2001). Escola e Avaliação Interna”. In Joaquim Machado (coord.) Formação e Avaliação Institucional. Braga: Lusografe.

 

MARQUES, António & SILVA, Jorge (2008). Parecer sobre “Avaliação Externa das Escolas”. Lisboa: CNE.

 

 

publicado por eaa-avecp às 19:28
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