Somos uma equipa de trabalho do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva formada para desenvolver um processo de Autoavaliação do Agrupamento, tendo como fim último a melhoria da atuação e dos quotidianos da nossa comunidade educativa.

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Quarta-feira, 26 de Março de 2014

Informação EAA 2013/2014

publicado por eaa-avecp às 15:09
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Segunda-feira, 19 de Março de 2012

Apresentação do Relatório de Atividades 2010/2011

Na passada quinta-feira, 15 de Março, foi apresentado ao Conselho Geral o Relatório de Atividades da Equipa de Autoavaliação referente ao ano letivo 2010/2011.

A equipa de autoavaliação, representada pelo coordenador, Paulo Oliveira e pelo professor António Morais, mostrou-se recetiva às considerações tecidas pelos elementos daquele conselho.

publicado por eaa-avecp às 11:29
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

Plano de Melhoria - Ficheiro

Já se encontra disponível na plataforma moodle (http://moodle.eb23-castelo-paiva.rcts.pt/) o Plano de Melhoria elaborado para o presente ano letivo.

 

A Equipa de Autoavaliação

publicado por eaa-avecp às 11:35
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Domingo, 4 de Dezembro de 2011

Plano de Melhoria

De acordo com o Regulamento Interno do Agrupamento, para o ano letivo 2011/2012 a Equipa de Autoavaliação do agrupamento sofreu uma reestruturação, sendo atualmente constituída por:

Paulo Oliveira – Coordenador – 2º Ciclo, Educação Visual e Tecnológica

Rosário Sales – representante da Direção – Pré-escolar

Agostinho Vieira – 2º Ciclo, Educação Musical

António Morais – 3º Ciclo/Secundário, Biologia e Geologia

Inês Couto – 2º Ciclo, Matemática e Ciências

Sérgio Teixeira – 3º Ciclo/Secundário, Informática

Cidália Costa – Pré-escolar

A equipa agradece a todos os anteriores colaboradores pelo empenho e disponibilidade demonstrados ao longo do ano letivo transato.

Como resultado do trabalho já desenvolvido, e segundo o objetivo a que a anterior equipa se propôs, foi elaborado em julho de 2011, um Plano de Melhoria para o ano letivo 2011/2012, o qual servirá de base de trabalho para as atividades a desenvolver pela nova equipa durante o presente ano letivo.

Estão já constituídas equipas de trabalho (outras ainda em formação), as quais terão como objetivo levar a cabo os Planos de Ação constantes do Plano de Melhoria. Para que este trabalho possa ser desenvolvido com eficiência, eficácia, rigor e credibilidade, é indispensável o envolvimento de toda a Comunidade Educativa.

A evolução de todo este processo estava dependente da aprovação em Conselho Pedagógico do Plano de Melhoria, facto que sucedeu a 30 de novembro último.

Será disponibilizado em breve na plataforma Moodle o Plano de Melhoria e os respetivos Planos de Ação, para que possam ser consultados por toda a Comunidade Educativa.

eaa.avecp@gmail.com

 

A Equipa de Autoavaliação 

publicado por eaa-avecp às 09:55
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

Círculo de Estudos - 1ª sessão

      No âmbito do primeiro tema abordado no Círculo de Estudo - Conceitos, tipologias e finalidades da avaliação e da auto-avaliação, deixamos dois textos fornecidos pelo nosso formardor, Doutor João Veiga, para reflexão...

 

 

 

PARA QUÊ FAZER A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL?

 

 

A única forma que têm as instituições [educativas] de melhorar o que fazem é submeterem-se a uma rigorosa análise da sua estrutura e do seu funcionamento.

Se justificarmos tudo a partir da óptica da boa intenção (faz-se o que se pode), da rotina (sempre se fez assim) ou da má actuação alheia (a culpa é dos outros), a instituição continuará agarrada aos seus erros.

Como mudar se não nos questionamos?

Como melhorar se não pomos em causa as nossas práticas?

Como vamos transformar a realidade se não escutamos as opiniões dos destinatários das nossas actividades, se não comprovamos o que acontece com a sua aprendizagem?

Parece que o importante é que nós ensinemos [os alunos], não que eles aprendam.

As instituições precisam de analisar as suas práticas, rever a sua estrutura e avaliar o seu funcionamento. Há coisas que podem estar mal. Mas não se pode atribuir todo o insucesso a causas alheias à instituição. Haverá noutros actores uma parte da responsabilidade, mas uma boa parte dela será da instituição.

A primeira exigência para se poderem corrigir as deficiências é conhecê-las, analisá-las e compreendê-las.

A segunda é não nos conformarmos com elas.

E a terceira é tratar de corrigi-las com rapidez e rigor.

 

Excerto do artigo de M.A. Santos-Guerra, Balones fuera, publicado no El Opinión de Málaga, em 19/06/2010 (tradução livre)

 

 

 

 

10 Teses para sustentar a auto-avaliação das escolas

 

1. Os professores desempenham um papel central na construção da autonomia e dos procedimentos de avaliação da escola.


2. A auto-avaliação requer a capacitação dos intervenientes (desejavelmente desenvolvida através de dispositivos de formação na acção).

 

3. A produção de sentido da auto-avaliação requer a sua internalização, isto é, implica a adequação aos contextos, à realidade e às pessoas. Caso contrário, pode ser entendida como uma “inspecção” dentro da escola.

 

4. A internalização não se deve concentrar na equipa de auto-avaliação, pois requer o envolvimento, a participação e o compromisso de todos os actores comunitários.

 

5. O processo de auto-avaliação é uma produção colectiva de sentido e, por isso é, em geral, lento, metódico e consistente.

 

6. A auto-avaliação obriga a possuir um quadro conceptual de referência que explicite princípios, fins e critérios, métodos e técnicas, e oriente a acção.

 

7. Fazer uma auto-avaliação com sentido é circunscrever o objecto, diversificar métodos e técnicas e implicar os actores.


8. Auto-avaliar com sentido é não perder de vista as finalidades, saber que o essencial não é medir, mas compreender e agir para melhorar.

 

9. Auto-avaliar com sentido é evitar uma série de armadilhas: a do objectivismo, a do autoritarismo, a do tecnicismo e a da embriaguez interpretativa.

 

10. A auto-avaliação pode contribuir para a autonomização responsável, para o reacender do querer individual e colectivo, para a capacitação das pessoas e das organizações.

 

A concluir:

A auto-avaliação pode ser um mero ritual de legitimação do instituído se não cuidar da distância crítica, se não gerar a participação alargada, se não pluralizar os métodos.

 

Texto fornecido pelo Doutor João Veiga, formador deste CE e docente da UCP

publicado por eaa-avecp às 20:22
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011

Círculo de Estudos

     Os docentes da EAA e outros convidados, iniciaram esta semana um Círculo de Estudos, orientado pelo doutor João Veiga, docente da Universidade Católica do Porto, no âmbito da auto-avaliação.

      Esta formação, creditada pelo Centro de Formação das Terras de Santa Maria, irá desenvolver-se ao longo de oito sessões, incidindo sobre os seguintes temas:

  

1 – Conceitos, tipologias e finalidades da avaliação e da auto-avaliação

2 – Mobilização e participação da comunidade educativa no processo de auto-avaliação

3 – Procedimentos e instrumentos mais usados na auto-avaliação

4 – Métodos e técnicas de dinâmica de grupos

5 – Preparação, organização e coordenação de focus group (grupos de discussão)

6 – Construção de planos de melhoria a partir da auto-avaliação

7 – A auto-avaliação e o Projecto Educativo de Escola

8 – Meta-avaliação do processo de auto-avaliação

publicado por eaa-avecp às 18:21
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Relatório da Avaliação Externa

     Nos dias 28 de Fevereiro a 2 de Março, o AVECP recebeu a visita da equipa da Inspecção-Geral da Educação, da qual publicamos o respectivo relatório.

 

 

 

 

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO

Delegação Regional do Norte da IGE

 

Datas da visita: 28 de Fevereiro a 02 de Março de 2011

 

Avaliação Externa das Escolas

 

Relatório de escola


 


 I – INTRODUÇÃO

 

A Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro, aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações gerais para a auto-avaliação e para a avaliação externa.

Após a realização de uma fase-piloto, da responsabilidade de um Grupo de Trabalho (Despacho Conjunto n.º 370/2006, de 3 de Maio), a Senhora Ministra da Educação incumbiu a Inspecção-Geral da Educação (IGE) de acolher e dar continuidade ao programa nacional de avaliação externa das escolas. Neste sentido, apoiando-se no modelo construído e na experiência adquirida durante a fase-piloto, a IGE está a desenvolver esta actividade, entretanto consignada como sua competência no Decreto Regulamentar n.º 81-B/2007, de 31 de Julho.

O presente relatório expressa os resultados da avaliação externa do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva, na sequência da visita
efectuada entre 28 de Fevereiro e 02 de Março de 2011.

Os capítulos do relatório – Caracterização do Agrupamento, Conclusões da Avaliação por Domínio, Avaliação por Factor e Considerações Finais – decorrem da análise dos documentos fundamentais do Agrupamento, da sua apresentação e da realização de entrevistas em painel.

Espera-se que o processo de avaliação externa fomente a auto-avaliação e resulte numa oportunidade de melhoria para o Agrupamento, constituindo este relatório um instrumento de reflexão e de debate. De facto, ao identificar pontos fortes e pontos fracos, bem como oportunidades e  constrangimentos, a avaliação externa oferece elementos para a construção ou o aperfeiçoamento de planos de melhoria e de desenvolvimento de cada escola, em articulação com a administração educativa e com a comunidade em que se insere.

A equipa de avaliação externa congratula-se com a atitude de colaboração demonstrada pelas pessoas com quem interagiu na preparação e no decurso da avaliação.

 

 

ESCALA DE AVALIAÇÃO

Níveis de classificação dos cinco domínios

MUITO BOM – Predominam os
pontos fortes, evidenciando uma
regulação sistemática, com base
em procedimentos explícitos,
generalizados e eficazes. Apesar
de alguns aspectos menos
conseguidos, a organização
mobiliza-se para o aperfeiçoamento

contínuo e a sua acção tem
proporcionado um impacto muito
forte na melhoria dos resultados
dos alunos.

BOM – A escola revela bastantes
pontos fortes decorrentes de uma
acção intencional e frequente,
com base em procedimentos
explícitos e eficazes. As actuações
positivas são a norma, mas
decorrem muitas vezes do
empenho e da iniciativa individuais.

As acções desenvolvidas
têm proporcionado um impacto
forte na melhoria dos resultados
dos alunos.

SUFICIENTE – Os pontos fortes e os
pontos fracos equilibram-se,
revelando uma acção com alguns
aspectos positivos, mas pouco
explícita e sistemática. As acções
de aperfeiçoamento são pouco
consistentes ao longo do tempo e
envolvem áreas limitadas da
escola. No entanto, essas acções
têm um impacto positivo na
melhoria dos resultados dos
alunos.

INSUFICIENTE – Os pontos fracos
sobrepõem-se aos pontos fortes. A
escola não demonstra uma
prática coerente e não desenvolve
suficientes acções positivas e
coesas. A capacidade interna de
melhoria é reduzida, podendo
existir alguns aspectos positivos,
mas pouco relevantes para o
desempenho global. As acções
desenvolvidas têm proporcionado
um impacto limitado na melhoria
dos resultados dos alunos.

 

O texto integral deste relatório, bem como um eventual  contraditório apresentado pelo Agrupamento, será oportunamente disponibilizado no sítio da IGE na área Aaliação Externa das Escolas 2010-2011.

 

 

 

 

 II – CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO

 

O Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva foi constituído em 26 de Junho de 2003, com sede na Escola Básica com 2.º e 3.º ciclos desta localidade. No início do ano lectivo de 2007-2008, fundiu-se com a Escola Secundária, que passou a ser a sede do Agrupamento. Actualmente, para além destas duas escolas, integra nove jardins-de-infância, nove escolas básicas com 1.º ciclo e três escolas básicas com 1.º ciclo e jardim-de-infância, dispersos pela zona mais alta do concelho de Castelo de Paiva, distrito de Aveiro. As instalações físicas, de diferentes tipologias, têm beneficiado de pequenas obras de manutenção, mas algumas escolas carecem de melhorias nas estruturas físicas, embora não se tivessem registado situações evidentes de insegurança. A Escola-Sede, actualmente, está sobrelotada e não dispõe de pavilhão gimnodesportivo próprio, no entanto, já se iniciaram as obras de requalificação da mesma.

No ano lectivo de 2010-2011, frequentam o Agrupamento 2369 crianças/alunos: 311 na educação pré-escolar (16 grupos); 584 no 1.º ciclo do ensino básico (35 turmas); 400 no 2.º ciclo (17 turmas); 501 no 3.º ciclo (24 turmas); 219 nos cursos profissionais do ensino secundário (12 turmas); 259 nos cursos científico-humanísticos do ensino secundário (11 turmas); 95 nos cursos de educação e formação. Para além destes, existe um curso de educação e formação de adultos, de nível básico (B3), frequentado por 12 alunos, um curso de alfabetização, frequentado por 54 alunos e um outro de nível secundário, com 11 alunos. Regista-se, ainda, a inscrição de 406 adultos no Centro de Novas Oportunidades, centralizado na Escola-Sede. Beneficiam de auxílios económicos, no âmbito da Acção Social Escolar, 119 alunos do 1.º ciclo (20,4%), 305 do 2.º ciclo (76,3%), 405 do 3.º ciclo (68,0%) e 307 do ensino secundário (64,2%), num total de 1136 (55,2%), dos quais 649 (57,1%) estão integrados no escalão A. Relativamente à disponibilidade de computador e internet em casa, 44,4% dos alunos não possuem nenhum destes recursos, 38,5% têm computador e internet e 17,1% possuem computador sem ligação à internet. O Agrupamento é frequentado por dezanove alunos de outras cinco nacionalidades.

Das habilitações literárias conhecidas dos pais e encarregados de educação (89,9%), predomina o 2.º ciclo do ensino básico (44,6%), registando-se, progressivamente, valores inferiores com o 1.º ciclo (26,1%), o 3.º ciclo (15,5%), o ensino secundário (7,6%), com habilitações superiores (4,8%) e sem habilitações (1,4%). São conhecidas as profissões de 65,3% dos pais e encarregados de educação e destes são: Operários, artífices e trabalhadores da indústria (49,9%); Trabalhadores não qualificados (18,6%); Serviços e comércio (14,1%); quadros superiores, dirigentes e profissões intelectuais (10,7%); Técnicos e profissões de nível intermédio (5,0%) e Agricultura e trabalho qualificado da agricultura e pescas (1,7%).

No pessoal docente, a idade predominante situa-se entre os 30 e os 40 anos (56,6%), sendo composto por 244 elementos: 137 do quadro do Agrupamento, 10 do quadro de zona pedagógica e 97 contratados. Destes profissionais, 112 (45,9%) possuem menos de 10 anos de serviço.

O pessoal não docente, com uma faixa etária predominante entre os 30 e os 40 anos (36,1%), integra 84 trabalhadores: quatro técnicos superiores, 16 assistentes técnicos e 64 assistentes operacionais. Destes profissionais, 99,3% têm contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado e 10,7% têm contrato a termo resolutivo certo, sendo que 28 (33,3%) possuem menos de cinco anos de serviço.

 


 

 III – CONCLUSÕES DA AVALIAÇÃO POR DOMÍNIO

 

 1. Resultados                              BOM

 

Nos últimos três anos, as taxas de sucesso nos ensinos básico e secundário regulares têm registado valores muito próximos entre si, que são semelhantes aos nacionais. Nas provas de aferição do 4.º ano, os resultados alcançados são bastante superiores aos nacionais, mas verifica-se o contrário nas provas de aferição do 6.º ano. Nos exames nacionais do 9.º ano e do 12.º ano (Português, Matemática e História), não se têm registado, grandes progressos, mas as médias não se afastam significativamente das nacionais, quer quando são superiores ou inferiores. No entanto, em 2010, os resultados obtidos, à excepção da disciplina de História, foram inferiores aos nacionais. A taxa de abandono diminuiu, tendo-se sido nula no último ano.

Os alunos revelam alguma falta de conhecimento do conteúdo dos documentos estruturantes e orientadores do Agrupamento, à excepção do Regulamento Interno, que demonstram conhecer bem, sendo este analisado nas aulas de Formação Cívica. Não existe a prática formal de os auscultar com regularidade, ainda que utilizem os directores de turma como interlocutores privilegiados. Os alunos participam em campanhas de solidariedade e os critérios de avaliação valorizam a participação e o desenvolvimento cívico.

A comunidade educativa considera o Agrupamento seguro e o ambiente saudável, sendo os casos de indisciplina, que têm ocorrido, pontuais e sem grande significado no funcionamento normal do Agrupamento, se bem que, no último ano, um aluno tivesse como medida disciplinar sancionatória a transferência de escola. Os critérios de avaliação definidos contemplam e valorizam a disciplina, a pontualidade e a assiduidade.

A oferta formativa é muito diversificada, quer ao nível dos cursos de educação e formação do ensino básico, quer ao nível dos cursos profissionais do ensino secundário. A comunidade educativa está a ponderar a possibilidade de restringir e adequar a oferta actualmente disponibilizada. De uma maneira geral, a comunidade educativa mostra-se satisfeita com a qualidade das aprendizagens. Procura-se estimular e valorizar o desempenho dos alunos, promovendo-se a exposição dos seus trabalhos e a criação do Quadro de Honra.

 

 

 2. Prestação do serviço educativo        BOM

 

Os departamentos curriculares promovem a articulação interdepartamental e a intradepartamental, ambas fundamentalmente concretizadas no âmbito dos projectos curriculares de turma e na realização conjunta de actividades incluídas no Plano Anual de Actividades. A sequencialidade entre os diferentes ciclos/níveis de educação e ensino tem evoluído positivamente, mas ainda revela alguma fragilidade entre o 1.º e o 2.º ciclo.

As planificações de curto prazo são elaboradas individualmente, não existindo uma monitorização regular das mesmas. O acompanhamento da prática lectiva em sala de aula não é um procedimento regular e devidamente consolidado. Os projectos curriculares de turma são avaliados regularmente. As estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica analisam periodicamente os resultados escolares, mas não existem evidências de reformulação das práticas e das estratégias pedagógicas em função dessas análises.

Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente são cuidadosamente apoiados, destacando-se o esforço de integração e de socialização destes alunos, através da frequência de clubes especificamente criados para o efeito. Salienta-se igualmente o apoio que é prestado aos alunos que revelam maiores dificuldades de aprendizagem.

A oferta de actividades de enriquecimento curricular é escassa, mesmo considerando as dificuldades nos transportes e a falta de espaços disponíveis, sendo atenuada pela adesão a alguns projectos. Também se verifica um défice na promoção e realização de actividades de natureza experimental. O Agrupamento tem promovido a valorização dos saberes práticos, no âmbito dos cursos de natureza profissionalizante, ao mesmo tempo que procura incutir nos alunos uma cultura de rigor e de profissionalismo. Salienta-se o envolvimento destes discentes na manutenção e realização de pequenas obras na Escola-Sede.

 

 

 

 

 3. Organização e gestão escolar         BOM

 

Os documentos estruturantes do Agrupamento são coerentes entre si. As actividades previstas no Plano Anual são muito diversificadas, ainda que sejam apresentadas de forma dispersa. O planeamento do ano lectivo é divulgado à comunidade educativa, prevendo meia tarde livre para reuniões de docentes.

Tem havido uma boa gestão dos recursos humanos, valorizando-se a continuidade pedagógica e promovendo-se o trabalho colaborativo e uma cultura de responsabilidade, mas não existe um perfil bem definido para o cargo de director de turma. Os trabalhadores não docentes desempenham os diferentes cargos, de acordo com o seu perfil, mas tendo em conta as suas preferências pessoais. A integração de novos elementos do pessoal docente e não docente faz-se de forma personalizada, contribuindo para a melhoria do ambiente educativo.

A Escola-Sede está razoavelmente cuidada, mas é notória a escassez de salas de aula e a inexistência de um pavilhão gimnodesportivo próprio. Os laboratórios dispõem dos equipamentos mínimos necessários, mas notaram-se indícios de falhas nos procedimentos de segurança. As escolas com 1.º ciclo carecem de espaços adequados para a Actividade Física e Desportiva e de algum equipamento pedagógico e outras necessitam de obras de melhoramento, assim como alguns jardins-de-infância. São geradas razoáveis receitas próprias, que são aplicadas em equipamentos e em benefício dos alunos.

Os pais comparecem em número significativo às reuniões promovidas pelos directores de turma e docentes titulares de turma/grupo, colaboram em algumas actividades e participam nos órgãos onde estão representados, porém, ainda se envolvem pouco no acompanhamento dos seus educandos, a partir do 2º ciclo.
A Associação de Pais e Encarregados de Educação colabora na resolução de alguns problemas do Agrupamento.

Foram definidos critérios organizacionais e pedagógicos que reflectem princípios de equidade e justiça, sendo desenvolvidas iniciativas que visam a inclusão socioescolar dos alunos, incluindo o apoio individualizado a dois alunos doentes oncológicos.

 

 

 

 4. Liderança                                BOM

 

O Projecto Educativo identifica problemas e áreas de intervenção, estabelece metas claras e avaliáveis e define estratégias para atingir os objectivos traçados. A oferta formativa é muito diversificada e abrangente, carecendo de reflexão a sua adequação às necessidades da região e aos recursos disponíveis. A prospectiva de desenvolvimento, neste momento, está condicionada pela hipótese de uma possível fusão com o outro agrupamento do concelho de Castelo de Paiva.

A Presidente da Comissão Administrativa Provisória, que também integrava a anterior direcção, delega funções nos seus mais directos colaboradores, partilha responsabilidades, incentiva o trabalho colaborativo e fomenta a coesão interna. As estruturas intermédias estão motivadas e cooperam proactivamente com a Comissão Administrativa Provisória. O absentismo docente e não docente é inferior à média nacional.

Para além da introdução progressiva das tecnologias da informação e comunicação, o Agrupamento implementa tutorias professor/aluno e aluno/aluno e desenvolve ou adere a projectos inovadores. No entanto, estas iniciativas com repercussão nas aprendizagens dos alunos carecem de consolidação e de avaliação.

Foram estabelecidas diversas parcerias e protocolos para a formação em contexto de trabalho dos alunos dos cursos profissionalizantes, verificando-se também a adesão a diferentes projectos nacionais e internacionais com impacto na melhoria do sucesso educativo dos alunos.

 

 

 5. Capacidade de auto-regulação e melhoria do Agrupamento     BOM

 

O Agrupamento, na sua actual forma, está apenas no seu 4.º ano de funcionamento, o que tem dificultado a implementação da auto-avaliação. Durante o ano lectivo de 2008-2009, foi realizada uma auto-avaliação de forma pouco consistente, que, mesmo assim, conduziu à identificação de alguns pontos fortes, pontos fracos e prioridades de acção, que constam do seu Projecto Educativo para o triénio de 2010-2011 a 2012-2013. No ano lectivo de 2010-2011, foi formalmente iniciado o processo de auto-avaliação do Agrupamento, tendo sido celebrado um protocolo com a Universidade Católica que orienta e acompanha todo o processo.

Apesar de ainda não estar concluído, o processo de avaliação em curso está bem estruturado e poderá servir para apoiar a elaboração e implementação de um plano de melhoria global e integrado para o desenvolvimento sustentado do Agrupamento. Porém, já foram implementadas algumas medidas pontuais, que poderão ajudar a ultrapassar ou minimizar as dificuldades já diagnosticadas. A conclusão das obras de requalificação já iniciadas na Escola-Sede poderá também constituir uma oportunidade para o desenvolvimento e melhoria do Agrupamento, enquanto a deficitária rede de transportes que o serve, de certa forma, se constitui como um constrangimento, que poderá ter um impacto negativo no sucesso educativo dos alunos.

 

 

 

 


 IV – AVALIAÇÃO POR FACTOR

 

 1. Resultados

 

1.1 Sucesso académico

Nos três últimos anos, registaram-se, no ensino básico regular, sucessivamente, as seguintes taxas de sucesso: 92,7% (2008); 92,0% (2009); 91,5% (2010). Nos dois primeiros anos, as taxas situaram-se acima das verificadas a nível nacional, enquanto, no último ano, a taxa foi ligeiramente inferior (0.1%). No ensino secundário regular, verificaram-se as seguintes taxas: 75,6% (2008); 75,0% (2009); 76,9% (2010). Nos dois primeiros anos, as taxas são inferiores às nacionais e no último situam-se ligeiramente acima (0,1%). As provas de aferição do 4.º ano, para o mesmo período em análise, registaram, em Língua Portuguesa, as seguintes percentagens de classificações iguais ou superiores a Satisfaz: 92,0% (2008); 92,3% (2009); 98,8% (2010). Em qualquer dos anos, os valores registados foram superiores aos nacionais, particularmente no último ano (7,2%). Em Matemática, as percentagens de classificações iguais ou superiores a Satisfaz registaram: 95,1% (2008); 96,4% (2009); 98,9% (2010). Estes valores foram sempre superiores aos nacionais, atingindo uma maior diferença em 2010 (10%). Relativamente às provas de aferição do 6.º ano, em Língua Portuguesa, as percentagens de classificações iguais ou superiores a Satisfaz registaram os seguintes valores: 92,4% (2008); 80,1% (2009); 83,4% (2010). Estas percentagens foram sempre inferiores às nacionais, com diferenças significativas em 2009 (8,3%) e 2010 (5%). Em Matemática, verificaram-se as seguintes percentagens de classificações iguais ou superiores a Satisfaz: 79,3% (2008); 61,6% (2009); 68,8% (2010). Também, nesta disciplina, foram sempre inferiores às nacionais, com amplitudes consideráveis em 2009 (17,1%) e 2010 (8,2%). Nos exames nacionais do 9.º ano, em Língua Portuguesa, verificaram-se as médias de 3,1 (2008), 3,0 (2009) e 2,7 (2010), valores inferiores aos nacionais, em 2008 e 2010, tendo sido iguais em 2009.
Comparando as médias das classificações dos exames com as das internas, verifica-se que as primeiras são sempre inferiores. Em Matemática, as médias dos exames foram de 2,8 (2008), 3,2 (2009) e 2,7 (2010), valores inferiores às médias nacionais, em 2008 e 2010, registando-se uma média superior (0,2) em 2009.
Comparando as médias dos exames com as classificações internas, verifica-se que, em 2008 e 2010, são inferiores, enquanto, em 2009, são superiores (0,1). Em relação aos exames nacionais do 12.º ano, as médias das classificações em Português foram de 10,2 (2008), 11,7 (2009) e 9,7 valores (2010). Comparando estes valores com as médias nacionais (respectivamente: 10,4; 11,7; 11,0 valores), verifica-se que o Agrupamento obteve médias inferiores, à excepção de 2009, em que foram iguais. Regista-se, ainda, que, as médias das classificações de exame foram sempre inferiores às respectivas médias das classificações internas (12,8; 12,5; 13,9 valores). Em Matemática, verificaram-se as médias de 12,2 (2008), 11,5 (2009) e 11,3 valores (2010), sendo sempre inferiores às respectivas médias nacionais (14,0; 11,7; 12,2 valores). Comparando as médias de exame com as respectivas médias das classificações internas (11,8; 12,5; 12,7 valores), as primeiras foram inferiores, em 2009 e 2010, enquanto, em 2008, foram superiores. Em História, as médias das classificações de exame foram de 11,6 (2008), 11,6 (2009) e 12,6 (2010) valores, sendo superiores às médias nacionais (11,0; 11,9; 11,9 valores), em 2008 e 2010, e inferior, em 2009. Comparando as médias das classificações de exame com as respectivas médias das classificações internas, verifica-se que, à excepção de 2009, as primeiras foram sempre inferiores. O abandono escolar tem diminuído, ao longo dos três últimos anos, registando-se, no último ano, uma taxa de 0%, em consequência do trabalho preventivo desenvolvido.

 


1.2 Participação e desenvolvimento cívico

Os alunos não estão representados nas equipas que elaboraram os documentos estruturantes e orientadores do Agrupamento, nomeadamente o Projecto Educativo, o Projecto Curricular e o Regulamento Interno. De uma maneira geral, não revelam conhecer o seu conteúdo, excluindo o Regulamento Interno, que conhecem bem, particularmente a parte onde constam os seus direitos e deveres, que são debatidos nas aulas de Formação Cívica. Não é prática regular do Agrupamento recolher, de forma organizada, as opiniões e propostas dos alunos, embora estes façam chegar as suas opiniões à direcção, através dos directores de turma. A Associação de Estudantes não demonstra grande actividade, limitando-se à organização pontual de algumas festas e comemorações de eventos. Os alunos manifestam uma boa ligação e identificação com o Agrupamento e, de uma maneira geral, gostam da qualidade dos serviços disponibilizados, à excepção do funcionamento do bufete.
São estimulados a participar em campanhas de solidariedade, através da recolha de donativos que, posteriormente, são distribuídos pelos alunos mais carenciados ou pelas instituições locais de solidariedade social. Existe um cuidado especial em desenvolver nos alunos os valores para a cidadania e a participação cívica, dimensões que são valorizadas e integram os critérios de avaliação definidos pelo Agrupamento.

 

 

1.3 Comportamento e disciplina

De uma maneira geral, a comunidade educativa considera o ambiente do Agrupamento seguro e saudável, não tendo sido referidas ocorrências de natureza disciplinar que tenham merecido atenção específica ou que tenham perturbado o seu normal funcionamento. No entanto, nos últimos três anos, foram instaurados 52 processos disciplinares – 20 (2008), 15 (2009) e 17 (2010) – que originaram 37 medidas disciplinares sancionatórias, uma das quais, em 2009-2010, implicou a transferência de escola. Os directores de turma e a direcção, uma vez que as situações mais problemáticas ocorrem nos 2.º e 3.º ciclos e no ensino secundário, estão atentos às diferentes situações que são tratadas e resolvidas considerando a sua natureza e as características individuais dos alunos envolvidos. De uma maneira geral, os alunos aceitam bem as chamadas de atenção dos professores e dos assistentes operacionais, revelando conhecimento das regras de funcionamento expressas no Regulamento Interno. Os directores de turma e, regra geral, os restantes professores procuram incutir nos alunos os deveres de pontualidade e assiduidade, bem como o serem disciplinados, sendo estas dimensões contempladas nos critérios de avaliação definidos pelo Agrupamento.

 


1.4 Valorização e impacto das aprendizagens

O Agrupamento não tem um processo organizado que lhe permita diagnosticar as expectativas dos alunos e respectivas famílias face à escola e à qualidade dos serviços disponibilizados. No entanto, os discentes e respectivos encarregados de educação vão fazendo chegar, via directores de turma, as suas preocupações e aspirações junto da direcção. A oferta formativa é muito diversificada, no sentido de estimular os alunos com maiores dificuldades a optarem por processos formativos mais adaptados às suas características pessoais.
Assim, a aposta em cursos de educação e formação de jovens e de adultos, cursos profissionais e o Centro de Novas Oportunidades tem tido um grande incremento. No entanto, ultimamente, tem sido questionada, por alguns elementos da comunidade educativa, a pertinência de um número tão elevado de cursos de natureza profissionalizante e, sobretudo, a sua adequação às necessidades do mercado local e regional. Apesar desta questão, a comunidade educativa, em geral, mostra-se satisfeita pela qualidade das aprendizagens proporcionadas, assim como os professores consideram os resultados obtidos razoáveis, considerando o contexto socioeconómico desfavorável que caracteriza o Agrupamento. Na perspectiva de estimular as aprendizagens e valorizar o desempenho dos alunos, foi criado o Quadro de Honra e promove-se a divulgação dos trabalhos dos alunos, nomeadamente através da organização de exposições.

 

 

 

 2. Prestação do serviço educativo

 

2.1 Articulação e sequencialidade

As planificações de longo e médio prazo são realizadas no âmbito dos departamentos curriculares, mais concretamente nas designadas secções (correspondem aos diferentes grupos disciplinares), considerando o Projecto Curricular do Agrupamento e o contexto em que este está integrado. Os departamentos curriculares promovem a articulação interdepartamental e a intradepartamental, no entanto, ambas são mais concretizadas ao nível da realização conjunta de certas actividades ou no âmbito dos projectos curriculares de turma. Existe uma boa articulação entre os jardins-de-infância e as escolas com 1.º ciclo, sendo realizadas reuniões conjuntas, no início e durante o ano lectivo. Também no início do ano lectivo, os professores do 4.º ano reúnem-se com o coordenador dos directores de turma do 2.º ciclo, a fim de lhe transmitirem informações sobre os alunos que transitam para o 5.º ano. Porém, verifica-se alguma fragilidade na articulação vertical entre o 1.º e o 2.º ciclo. Promove-se e valoriza-se o trabalho cooperativo, são produzidos materiais didáctico-pedagógicos em conjunto e, por vezes, fazem-se trocas de experiências pedagógicas, com destaque para o 1.º ciclo. Os professores das actividades de enriquecimento curricular reúnem-se, no início do ano, com os grupos disciplinares afins, para definirem as orientações curriculares prioritárias. A psicóloga promove a orientação vocacional, sobretudo nos 9.º e 12.º anos, divulga opções para prosseguimento de estudos, dinamiza uma feira de profissões e organiza visitas a algumas instituições que proporcionam diferentes ofertas formativas.

 


2.2 Acompanhamento da prática lectiva em sala de aula

As planificações de curto prazo são realizadas individualmente, sendo adaptadas ao contexto de cada turma, respeitando as orientações dos departamentos curriculares e a planificação de médio/longo prazo. No entanto, não foram recolhidas evidências de uma efectiva monitorização das mesmas. O acompanhamento da prática lectiva em contexto de sala de aula tem vindo a ser implementado no âmbito da avaliação de desempenho docente, mas não é um procedimento regular e sistemático. Os projectos curriculares de turma são avaliados ao longo do ano, sofrendo, por vezes, algumas reformulações. Os critérios de avaliação são definidos por ano e ciclo e aprovados pelo Conselho Pedagógico, sob proposta dos departamentos curriculares. Os resultados escolares são analisados nas diferentes estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, porém, não foram percepcionados indícios de que, em consequência desta avaliação, sejam produzidas alterações nas práticas pedagógicas, no sentido de promover a melhoria das aprendizagens.

 


2.3 Diferenciação e apoios

As crianças/alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente, quando chegam ao Agrupamento, na sua maior parte, já vêm referenciados. Quando tal não se verifica e sejam evidenciados comportamentos desajustados, procede-se à sua referenciação e avaliação pela equipa da educação especial, em colaboração com a psicóloga. No presente ano lectivo, frequentam o Agrupamento 68 alunos com necessidades educativas especiais, 21 dos quais com currículos específicos individuais. O Agrupamento integra duas Unidades de apoio especializado para a educação de alunos com multideficiência que acolhem crianças/alunos com graves deficiências. A equipa de educação especial é composta por oito professores, o que é considerado insuficiente, pela comunidade educativa, face ao número de alunos a abranger e à gravidade das suas patologias. Assim, são apoiados de forma directa os alunos das unidades de multideficiência e os 21 com currículos específicos individuais, sendo os restantes apoiados de forma indirecta, com a colaboração dos restantes professores. O trabalho desenvolvido com estes alunos é muito valorizado, promovendo-se a sua integração e socialização através da criação de clubes específicos, de que são exemplo os de Música, Arte e Bóccia. Nos 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário são organizados apoios educativos com os recursos existentes e alguns professores disponibilizam-se para apoios complementares aos seus alunos na preparação para os exames nacionais. No ano lectivo de 2009-2010, foram elaborados 45 planos de recuperação no 1.º ciclo, com uma taxa de sucesso de 84,9%, 101 no 2.º ciclo, com uma taxa de sucesso de 78,3% e 194 no 3.º ciclo, com uma taxa de sucesso de 71,3%. No mesmo ano, foram elaborados 13 planos de acompanhamento no 1.º ciclo, com uma taxa de sucesso de 100%, 13 no 2.º ciclo, com uma taxa de sucesso de 100% e 60 no 3.º ciclo, com uma taxa de sucesso de 88,3%.

 


2.4 Abrangência do currículo e valorização dos saberes e da aprendizagem

O Agrupamento não proporciona aos alunos muitas actividades de enriquecimento curricular, no sentido de alargar e complementar a sua formação, ao mesmo tempo que lhes asseguraria a ocupação plena dos seus tempos escolares. Presentemente, apenas existe em funcionamento um clube English Debating Society, que é um espaço de debates em língua inglesa e já com larga tradição na Escola-Sede. Porém, o Agrupamento tem aderido a projectos de âmbito nacional e internacional, no sentido de alargar os conhecimentos e a formação global dos alunos, de que são exemplos alguns projectos na área das ciências, preservação ambiental, desenvolvimento da leitura e outros, onde é fomentada a troca de experiências com algumas escolas de países europeus. O Agrupamento não revela grande dinâmica na promoção de actividades de natureza experimental, para além das experiências desenvolvidas nas aulas curriculares e da existência de um dia do ano destinado à realização de actividades experimentais, que envolve alunos de diferentes ciclos/níveis de ensino. No âmbito dos cursos de educação e formação e dos cursos profissionais, promove-se a valorização dos saberes práticos, ao mesmo tempo que se procura incutir nos alunos uma cultura de rigor e de profissionalismo. Regista-se que os alunos dos cursos de natureza profissional prestam um serviço de apoio e de manutenção às instalações da Escola-Sede, no âmbito das competências adquiridas.

 

 


 3. Organização e gestão escolar

 

3.1 Concepção, planeamento e desenvolvimento da actividade

Os documentos estruturantes e orientadores do Agrupamento foram elaborados por equipas de docentes constituídas em sede de Conselho Pedagógico, com os contributos dos diferentes sectores da comunidade educativa, e revelam coerência e articulação entre si. O Projecto Educativo define claramente as linhas de orientação educativa e as áreas de intervenção. O Regulamento Interno estabelece explícita e detalhadamente as normas de organização e funcionamento do Agrupamento. O Plano Anual de Actividades articula-se com o Projecto Educativo e contempla actividades muito diversificadas, embora sejam apresentadas de uma forma dispersa, não as sistematizando em função das áreas de intervenção definidas. O Projecto Curricular do Agrupamento, para além da oferta educativa, contempla os critérios de avaliação e constituição de turmas. Os projectos curriculares de turma formalizam a adequação do currículo em cada grupo/turma, reunindo outras informações relevantes sobre os alunos. Os aspectos fundamentais do planeamento são dados a conhecer aos encarregados de educação, no início do ano lectivo, em reuniões com a direcção e os directores de turma, sendo também divulgados na página electrónica do Agrupamento e na plataforma Moodle. Para facilitar a realização de reuniões, na Escola-Sede, não há aulas à quarta-feira, após as 16 horas. A Área de Projecto está entregue aos directores de turma ou aos professores das áreas das expressões. O Estudo Acompanhado é orientado por professores de Matemática, sendo repartido com os de Língua Portuguesa, no 9.º ano.

 


3.2 Gestão dos recursos humanos

A gestão dos recursos humanos é dificultada pela fraca estabilidade do pessoal docente, pela escassez de assistentes operacionais, pela dimensão e dispersão do Agrupamento, pelas resistências à fusão com a Escola Secundária e a consequente instabilidade directiva que se lhe seguiu, apesar da continuidade de funções da maioria dos elementos de direcção/gestão: comissão executiva instaladora (03.07.2007 a 28.05.2009); directora (28.05.2009 a 31.01.2011); comissão administrativa provisória (desde 01.02.2011).
Tendencialmente, privilegia-se a continuidade, procurando conciliar os interesses pessoais e as características profissionais com as especificidades de cada cargo. Existe um especial cuidado na escolha dos directores de turma, tendo em conta o relacionamento estabelecido com os pares, os alunos e respectivas famílias, embora não tenha sido explicitamente definido o perfil mais adequado. O pessoal não docente é gerido pelos respectivos responsáveis em articulação com um membro da direcção. A integração do pessoal docente e não docente faz-se de forma personalizada, desde a apresentação na direcção ao posterior acompanhamento pelos respectivos coordenadores/encarregado, contando com o apoio informal dos colegas mais antigos. Docentes e não docentes participam em algumas actividades culturais comuns, realizam alguns convívios ao longo do ano e actuam com a autoridade adequada perante os alunos. A direcção tem promovido uma cultura de responsabilidade e existe um bom clima educativo. Os assistentes operacionais cooperam entre si e flexibilizam o seu horário de trabalho, sempre que necessário. Os assistentes técnicos actuam por gestão de processos e respondem eficazmente a todas as solicitações. Não existindo uma resposta eficaz do Centro de Formação em que o Agrupamento se integra, tem sido promovida alguma formação interna.

 


3.3 Gestão dos recursos materiais e financeiros

A Escola-Sede e a Escola Básica com 2.º e 3.º ciclos encontram-se bem cuidadas e em razoável estado de
conservação, embora escasseiem espaços pedagógicos disponíveis. Os laboratórios estão razoavelmente
equipados, existindo condições para a realização das actividades experimentais previstas nos currículos,
embora não sejam respeitados todos os procedimentos de segurança, na Escola-Sede. Existem cinco quadros
interactivos em cada uma das referidas escolas e mais seis em duas escolas básicas com 1.º ciclo. Na maioria
das salas de aula, existe, pelo menos, um computador com ligação à internet. Existem alguns videoprojectores
fixos em algumas salas de aula e outros móveis que são partilhados por todas as escolas do Agrupamento. A
inexistência de um pavilhão gimnodesportivo próprio, na Escola-Sede, é compensada pela utilização do pavilhão
municipal, mas causa algum constrangimento na planificação das aulas de Educação Física. Nesta Escola,
foram intervencionados e melhorados alguns espaços físicos para os adequar a novas necessidades
pedagógicas, apesar de estar eminente a intervenção da Parque Escolar, E.P.E. Nas restantes unidades do
Agrupamento, encontram-se algumas recentemente intervencionadas, espaços improvisados e outras que
requerem obras de remodelação e conservação, apesar de não se terem registado situações graves de
insegurança. Nas escolas básicas com 1.º ciclo, salienta-se a escassez de material pedagógico-didáctico e a
falta de espaços adequados para a prática da Actividade Física e Desportiva. As bibliotecas da Escola-Sede e da
Escola Básica dos 2.º e 3.º ciclos, integradas na Rede de Bibliotecas Escolares, são espaçosas, aprazíveis,
apreciadas pelos alunos e desenvolvem diversas actividades pedagógicas. Nos jardins-de-infância, ainda não
existe acesso à internet. O Agrupamento consegue gerar um volume considerável de receitas próprias (sorteios, bufete, donativos, feiras...) que são aplicadas, prioritariamente, no apoio à dinamização de actividades
educativas e na aquisição de equipamentos.

 


3.4 Participação dos pais e outros elementos da comunidade educativa

A direcção, os directores de turma e os docentes titulares de turma/grupo reúnem-se com os pais e
encarregados de educação, no início do ano lectivo, para lhes dar a conhecer as normas de funcionamento
interno do Agrupamento, o planeamento geral das actividades e do currículo a desenvolver, os horários de
atendimento e incentivá-los a participar em algumas actividades e no acompanhamento escolar dos seus
educandos. Estas informações são complementadas com a entrega de um folheto e a orientação para a página
electrónica do Agrupamento. Os pais participam em grande número nestas reuniões e nas que se realizam ao
longo do ano, bem como nas actividades abertas à comunidade, com destaque para a tradicional Feira
Hortícola, o Sarau Desportivo e o Sarau Cultural, mas ainda se envolvem pouco no acompanhamento do
percurso escolar dos seus educandos, sobretudo a partir do 2.º ciclo, apesar da flexibilização do horário de
atendimento dos directores de turma. No 1.º ciclo e na educação pré-escolar, os pais são mais interventivos e
ajudam a suprir algumas das carências materiais destas escolas. Existe uma Associação de Pais e Encarregados
de Educação do Agrupamento que colabora com os responsáveis escolares na resolução de alguns problemas.
Os pais e encarregados de educação participam regularmente nos órgãos de direcção, administração e gestão,
bem como nos conselhos de turma. Existe um bom relacionamento institucional com as estruturas autárquicas,
na gestão de recursos e partilha de responsabilidades. Regista-se, também, uma interacção positiva com outras
associações locais, de que resulta alguma partilha de recursos, em proveito dos alunos.

 


3.5 Equidade e justiça

Os documentos estruturantes do Agrupamento expressam princípios de equidade e justiça, que se concretizam
nas práticas implementadas, no estabelecimento de critérios para a organização de horários, constituição de
turmas e distribuição do serviço docente, na organização dos apoios educativos, na integração de alunos com
necessidades educativas especiais de carácter permanente, na adesão a projectos nacionais e internacionais,
na diversificação da oferta formativa, no funcionamento de uma sala de estudo e na partilha de recursos. Pais e
alunos revelam conhecer os critérios estabelecidos e, maioritariamente, reconhecem a justiça na sua aplicação.
Os alunos participam nas actividades propostas, sendo os mais carenciados apoiados com recursos próprios do
Agrupamento, incluindo os suplementos alimentares e outros bens materiais angariados em campanhas de
solidariedade nas próprias turmas, dinamizadas por alguns professores, a que os alunos aderem com
generosidade. Foram melhorados os espaços destinados ao apoio de alunos com necessidades educativas
especiais de carácter permanente. Através da aprovação do projecto Palmo a Palmo – Colorindo a Vida, existe
um professor para apoio individualizado a dois alunos com doença oncológica.

 

 


 4. Liderança

4.1 Visão e estratégia

O Projecto Educativo identifica os problemas e as consequentes áreas de intervenção, define estratégias para
atingir os seus objectivos, estabelece metas quantificáveis ao nível do sucesso esperado, em consonância com
o Programa Educação 2015 do Ministério da Educação, assim como para o aumento da participação dos pais, e
metas claras e avaliáveis para a generalidade dos objectivos traçados. A oferta formativa é muito diversificada e
o Projecto Educativo ainda aponta para o seu alargamento a nível dos cursos profissionais, o que contradiz o
sentimento expresso pela comunidade educativa, que pede um estudo detalhado sobre a variedade de cursos
de educação e formação e cursos profissionais, procurando adequá-los às necessidades da região, às
capacidades físicas das duas escolas onde são ministrados e à qualificação profissional dos mesmos. O
Agrupamento é reconhecido externamente por prestar um serviço público de qualidade, ter um ambiente
educativo tranquilo e seguro, apesar se terem sido referidas algumas falhas no controlo de saídas, e tem atraído
alunos de outros concelhos para a Escola-Sede. A perspectiva de futuro é muito indefinida, devido à previsão de
uma possível fusão com o Agrupamento de Couto Mineiro, podendo constituir-se um único agrupamento concelhio, com cerca de 4000 alunos, o que, no entender da comunidade educativa, aumentará a dispersão,
dificultando a organização e a coesão interna.

 


4.2 Motivação e empenho

A Presidente da Comissão Administrativa Provisória conhece bem a realidade desta organização escolar, visto
que fazia parte da equipa de gestão anterior. Delega funções nos seus mais directos colaboradores, partilha
responsabilidades, incentiva o trabalho colaborativo e demonstra disponibilidade para ouvir os diferentes
elementos da comunidade educativa, fomentando a coesão interna. As estruturas intermédias revelam
autonomia e motivação para desempenhar o seu trabalho com empenho e dedicação, cooperando
proactivamente com a actual Comissão que, neste momento, é o principal órgão de dinamização do
funcionamento desta organização escolar, com o apoio construtivo do Conselho Pedagógico. O Agrupamento
promove algumas iniciativas para envolver os pais e a comunidade local nas escolas e divulga as suas
actividades através da plataforma Moodle e da página electrónica. O absentismo é monitorizado e, no que
respeita ao pessoal não docente, tem sido pouco significativo e inferior à média nacional, nos últimos anos. O
absentismo docente tem vindo a diminuir, com o contributo do sistema de permutas, tendo sido inferior à média
nacional, no último ano lectivo.

 


4.3 Abertura à inovação

Tendo em vista o desenvolvimento de competências específicas dos alunos nas áreas da Matemática, da Língua
Portuguesa e da literacia, bem como a inovação pedagógica e o trabalho colaborativo, o Agrupamento aderiu
aos Novos Programas da Matemática do Ensino Básico, ao Plano da Matemática II, ao Plano Nacional de Leitura
(Projecto Sacos de Leitura e Projecto Ler + em Família), às Olimpíadas da Matemática e ao Canguru Matemático
sem Fronteiras. Uma turma de 2.º ano participa no Projecto Camões, no âmbito do incentivo à leitura. Foram
instituídas tutorias professor/aluno e aluno/aluno, adequando o apoio mais personalizado aos alunos mais
problemáticos, de acordo com o perfil individual. Aderiu, também, a outros projectos regionais e nacionais de
sensibilização ambiental e desenvolvimento do espírito científico, nomeadamente: Clean Up the Med, Projecto
Micro-propagação de Árvores Autóctones, Planta Bosques e Projecto Rios. Como forma de contribuir para o bem-
estar dos alunos/crianças e propiciar a ocupação sadia dos tempos livres, o Agrupamento aderiu, ainda, ao
projecto de Promoção e Educação para a Saúde e ao Desporto Escolar, que envolvem muitos participantes. Não
tendo ainda sido implementado o Plano Tecnológico da Educação, por terem estado a aguardar obras de
requalificação da Escola-Sede e de reconversão da Escola Básica dos 2.º e 3.º ciclos em Centro Escolar,
salienta-se a progressiva implantação das tecnologias da informação e comunicação, com destaque para a
página electrónica do Agrupamento, a plataforma Moodle, o fomento da comunicação por correio electrónico, a
aquisição de alguns quadros interactivo e videoprojectores, bem com a aquisição do programa Escola Virtual, a
informatização dos serviços e a utilização do cartão electrónico. Todavia, carecem de consolidação e de
avaliação estas iniciativas com repercussão nas aprendizagens dos alunos.

 


4.4 Parcerias, protocolos e projectos

O Agrupamento, numa perspectiva de abertura e colaboração com a comunidade, estabeleceu diversas
parcerias com empresas e instituições locais para a formação de alunos em contexto de trabalho, mas também
celebrou outras parcerias e protocolos com vista ao sucesso educativo e à formação integral dos alunos, no
âmbito do seu Plano Anual de Actividades, das quais se destaca: a Câmara Municipal de Castelo de Paiva
(utilização do pavilhão municipal, actividades de enriquecimento curricular, outros apoios pontuais); o Centro de
Saúde de Castelo de Paiva (apoio na educação para a saúde e na terapia da fala); a Santa Casa da Misericórdia
de Castelo de Paiva (promoção do voluntariado); a Associação Industrial e Comercial de Castelo de Paiva
(organização de estágios pedagógicos); os Bombeiros Voluntários de Castelo de Paiva (colaboração na
prevenção e segurança); o Centro de Reabilitação de Vila Nova de Gaia (apoio a alunos com necessidades
educativas especiais); a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (acompanhamento de famílias
referenciadas pela Segurança Social), a Rede Social de Castelo de Paiva (apoio social) e a Academia de Música
de Castelo de Paiva (ensino articulado da Música). Para além dos projectos já referidos, nomeadamente o
Canguru Matemático Sem Fronteiras, destaca-se a adesão ao projecto Comenius, para o intercâmbio internacional de escolas, que envolve cerca de 100 alunos e 20 professores, nas variantes Youth European
Strategy e Health Energetic Living People.

 

 

 

 5. Capacidade de auto-regulação e melhoria do Agrupamento

5.1 Auto-avaliação

O Agrupamento foi reformulado em 2007-2008. No ano seguinte, foi desenvolvida uma auto-avaliação, com
recurso à aplicação de alguns questionários, para avaliar globalmente o funcionamento do Agrupamento. Foram
identificados alguns pontos fortes e pontos fracos e definidas prioridades de intervenção, que constam do
Projecto Educativo aprovado para o triénio de 2010-2011 a 2012-2013. Este processo não conduziu à
elaboração de um plano de melhoria global a implementar no Agrupamento. Em Abril de 2010, o Agrupamento
iniciou um novo processo de auto-avaliação de forma mais sustentada, tendo celebrado um protocolo com a
Universidade Católica para orientação e acompanhamento e reformulou a equipa, que integra elementos
representativos da comunidade educativa. Já foram aplicados alguns inquéritos e foi analisada vária
documentação, cujos resultados ainda se encontram em fase de tratamento. No entanto, o processo está
devidamente delineado e a sua evolução está registada em cronograma, estando a sua conclusão prevista para
o final do presente ano lectivo.

 


5.2 Sustentabilidade do progresso

Apesar do actual processo de auto-avaliação não se encontrar concluído, existem indicadores que permitem
antever que, no final do mesmo, o Agrupamento terá uma base muito concreta para a elaboração e
implementação de um plano de melhoria que permita sustentar o seu desenvolvimento global e integrado.
Contudo, conforme consta do seu Projecto Educativo, o Agrupamento já conhece alguns dos seus pontos fortes
e fracos, estabeleceu prioridades de acção e está a implementar algumas medidas que permitam ultrapassar ou
minimizar as dificuldades detectadas. O principal constrangimento identificado prende-se com a deficitária rede
de transportes que serve a comunidade educativa. Alguns alunos são obrigados a levantarem-se muito cedo, a
fim de se deslocarem para a escola, ao mesmo tempo que permanecem tempo desnecessário nas mesmas
escolas, sem actividades escolares, regressando muito tarde a casa. Esta situação, muitas vezes, tem impacto
negativo no sucesso educativo dos alunos. Depois de concluídas as obras de requalificação na Escola-Sede, o
Agrupamento terá uma oportunidade de reorganização de todos os espaços, o que possibilitará melhores
condições aos alunos, com possível impacto na melhoria do processo de ensino/aprendizagem.

 

 

 

 


 V – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste capítulo, apresenta-se uma selecção dos atributos do Agrupamento de Castelo de Paiva (pontos fortes e
fracos) e das condições de desenvolvimento da sua actividade (oportunidades e constrangimentos). A equipa de
avaliação externa entende que esta selecção identifica os aspectos estratégicos que caracterizam o
Agrupamento e define as áreas onde devem incidir os seus esforços de melhoria.

 

Entende-se aqui por:

• Pontos fortes – atributos da organização que ajudam a alcançar os seus objectivos;
• Pontos fracos – atributos da organização que prejudicam o cumprimento dos seus objectivos;
• Oportunidades – condições ou possibilidades externas à organização que poderão favorecer o
cumprimento dos seus objectivos;
• Constrangimentos – condições ou possibilidades externas à organização que poderão ameaçar o
cumprimento dos seus objectivos.


 

Os tópicos aqui identificados foram objecto de uma abordagem mais detalhada ao longo deste relatório.

 

Pontos fortes

.. Os resultados das provas de aferição do 4.º ano, superiores aos nacionais no último triénio.
.. A diversificação da oferta formativa para jovens e adultos, incluindo um Centro de Novas
Oportunidades.
.. As medidas de apoio educativo e a dinâmica de integração e de socialização de alunos com
necessidades educativas especiais de carácter permanente.
.. A gestão adequada dos recursos materiais e humanos.
.. A promoção e o respeito pelos princípios de equidade e justiça, no sentido de proporcionar condições
de sucesso para todos os alunos.
A diversidade das parcerias estabelecidas, facilitadoras da formação em contexto de trabalho e da melhoria das condições do sucesso educativo dos alunos.


 
Pontos fracos

Os resultados das provas de aferição do 6.º ano no último triénio e dos exames nacionais do 9º ano e do 12º ano, em Português e Matemática, em 2010, inferiores à media nacional.

publicado por eaa-avecp às 17:45
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

Levantamento de dados

     A Equipa de Auto-Avaliação tem estado a trabalhar no levantamento e análise de dados, com o objetivo de reunir vários indicadores que permitam traçar um perfil do nosso Agrupamento no que concerne às aprendizagens evidenciadas.

 

     Visto que este processo não é restrito à Equipa, convidamos mais uma vez à participação da comunidade escolar, podendo consultar os documentos na plataforma moodle através do link:

 

http://moodle.eb23-castelo-paiva.rcts.pt/course/view.php?id=68

 

 

     Convidamos também a comunidade escolar a fazer uma reflexão crítica sobre os mesmos, e a partilhá-la connosco através deste blogue ou participando num fórum existente para o efeito no final do site acima citado.

 

Contamos com a vossa participação!

 

 

 

 

 

 

publicado por eaa-avecp às 22:55
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

1º Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração e Organização Escolar - Lideranças, Supervisão e Avaliação

     No próximo dia 9 de Março, a EAA marcará presença no 2º Seminário sobre o tema Auto-Avaliação das Escolas.

 

     Dinamizado pela Universidade Católica do Porto, todos os seminários deste Ciclo terão lugar no Campus Foz.

 

     De seguida, deixamos o programa deste segundo seminário, onde queremos salientar a intervenção do nosso coordenador da EAA, Prof. António Morais.

    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2º Seminário – 9 de Março de 2011 – Auto-avaliação das Escolas

9:00 – Recepção aos participantes

9:30 – Abertura – José Matias Alves (Universidade Católica Portuguesa)

9:45 – Auto-avaliação de escolas: lógicas de conhecimento, melhoria, pressão e controlo - Miguel Santos Guerra (Universidade de Málaga)

11:00 – Coffee-break

11:30 – Debate. Moderador: José Borges Palma

12:30 – Intervalo para almoço

14:30 – 1º Painel: A auto-avaliação e a avaliação externa – resultados da investigação

Auto-avaliação – uma investigação-acção

Ana Cristina Mota Pinto (Agrupamento de Escolas de Marzovelos)

Avaliação externa e padrões de qualidade

Carla Dias (Escola EB23 do Agrupamento Vertical Dr. Francisco Gonçalves Carneiro)

O Programa AVES na auto-avaliação das escolas

Maria Ricardo (Directora da Escola Secundária Manuel Laranjeira)

Moderador: Vítor Alaiz (Universidade Católica Portuguesa)

16:00 - Intervalo

16:30 – 2º Painel: Práticas de auto-avaliação e melhoria das escolas

Lúcia Amado (Coordenadora da equipa de auto-avaliação do Agrupamento de Escolas Sá Couto – Espinho)

António Morais (Coordenador da equipa de auto-avaliação do Agrupamento vertical de escolas de Castelo de Paiva)

Gabriela Carvalho (Escola Secundária de Rio Tinto)

Moderador: José Maria Azevedo (Inspector-Geral da Educação)

18:00 – Comentário final – João Veiga (SAME - Universidade Católica Portuguesa)

18:15 - Encerramento

 

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Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011

Apresentação oficial da EAA à Comunidade Escolar

      Após apresentação ao Conselho Geral do Agrupamento, no passado dia 17 de Dezembro a Equipa de Auto-Avaliação do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva, apresentou oficialmente ao seu pessoal docente e não docente, os membros que a constitui e o Plano Global de Acção definido por esta equipa de trabalho para o primeiro ano do triénio 2010/2013. No final de cada uma das apresentações, a assistência foi convidada a preencher um inquérito aberto sobre os assuntos tratados, com o objetivo de avaliar esta reunião.

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Avaliação da Reunião

 

Tendo em vista avaliar diversos parâmetros da qualidade desta reunião responda, por favor, utilizando a escala de 1 a 5 (o 1 significa o nível mínimo de satisfação e o 5 o nível máximo) colocando um círculo no número que melhor traduz a sua opinião.

 

 

1. A pertinência da iniciativa                                 1       2       3       4       5

 

2. A oportunidade da iniciativa                             1       2       3       4       5

 

3. O tempo de duração                                           1       2       3       4       5

 

4. A clareza da apresentação                                1       2       3       4       5

 

5. A participação dos assistentes                        1       2       3       4       5

 

6. A pertinência das questões colocadas            1       2       3       4       5

 

7. A pertinência das respostas dadas                 1       2       3       4       5

 

 

8. Observações, comentários e sugestões

 

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Muito obrigado pela sua colaboração!

 

A Equipa de Auto-Avaliação

 


 

 

 

 

 

     Os resultados obtidos foram os seguintes: 

 

                                                  

 

 

 

 

   

    

     Importa ainda referir que todas as observações, comentários e sugestões apresentadas por escrito, foram tidas em consideração e analisadas pela Equipa.

 

      A EAA agradece a colaboração de todos os presentes.

 

publicado por eaa-avecp às 19:47
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